Além de coordenadora do eixo “Criações de mundo, recriações de si: artesanias, manualidades", dedicado ao exame do problema da criação a partir das produções artístico-artesanais, dos fazeres manuais e “populares”, em diversas expressões e contextos, venho, desde 2018, realizando pesquisas na região do Recôncavo da Bahia, primeiro com Terezinha de Jesus, bordadeira, doceira e sindicalista de São Félix, com a qual compus um retrato, "Eu sou Terezinha" (Trilhos, v.4, n.1, 2024); retrato que vem adquirindo novos contornos pela consideração dos “espíritos-companheiros” de Terezinha, e por reflexões em curso sobre as relações entre palavra, criação e memória. As pesquisas atuais se inclinam às criações em torno do (e do) rio Paraguaçu. Sigo trabalhando, as contaminações criadoras entre arte, literatura e antropologia.